Um vídeo envolvendo duas servidoras da Câmara Municipal de Cabedelo e o ex-presidente da Casa, vereador Wagner do Solanense, tem gerado intensa repercussão nas redes sociais e nos bastidores da política local desde a última quinta-feira (11).
As imagens, compartilhadas em grupos de WhatsApp e perfis no Instagram, mostram duas mulheres chegando ao veículo do parlamentar, uma caminhonete estacionada em frente à Câmara Municipal. Em determinado momento, uma das mulheres entra no automóvel após a saída da outra, enquanto um homem aparece ajustando o banco do veículo.
Diante da repercussão, o vereador Wagner do Solanense divulgou um vídeo afirmando que trabalha com as duas mulheres e que não houve “nada de mais” na situação registrada pelas imagens.
Posteriormente, as servidoras Isabel Cristina e Thaynara Melo também decidiram se manifestar publicamente. Em vídeo divulgado nas redes sociais, elas afirmaram que foram diretamente afetadas pelas interpretações e comentários surgidos após a divulgação das imagens.
“Decidimos gravar esse vídeo porque também fomos atingidas pelas insinuações e exposições das imagens divulgadas recentemente. Somos amigas do vereador Wagner do Solanense e estamos aqui para esclarecer toda a verdade”, declarou Isabel Cristina.
Já Thaynara Melo ressaltou que as cenas retratam situações comuns da convivência profissional e pessoal entre pessoas que trabalham juntas.
“As imagens que foram divulgadas mostram apenas nossa rotina diária, algo natural entre pessoas que trabalham e também possuem uma amizade. Somos mulheres, temos famílias, e a forma como esse vídeo foi divulgado prejudica não só a imagem do nosso vereador, mas também a nossa”, afirmou.
Durante o pronunciamento, Isabel Cristina disse que a repercussão provocou abalo emocional nas envolvidas.
“Estamos profundamente abaladas com isso e nenhuma mulher merece ser exposta e ter sua reputação colocada em dúvida. Por isso, merecemos respeito”, declarou.
O caso segue repercutindo nas redes sociais e dividindo opiniões. Apesar das especulações geradas a partir da gravação, o conteúdo exibido não comprova a ocorrência de qualquer irregularidade ou crime.


